12.2.16

MVP #020 - Candeia(s) que vai ao All Star alumia o MVP


O episódio desta semana do MVP é inteiramente dedicado ao All Star. O jornalista d'A Bola Miguel Candeias (que está em Toronto a cobrir as festividades) juntou-se a mim e ao Ricardo para uma antevisão dos eventos do fim de semana.

O Miguel é o da esquerda, obviamente.

Entre muitas outras coisas (desde 92 que o Miguel cobre a NBA e viaja regularmente para os Estados Unidos para ver jogos, por isso ele tem muitas histórias para contar), falámos sobre se os EUA vão desforrar-se do Resto do Mundo no Rising Stars Challenge; se um jogador grande vai vencer o Skills Challenge; se alguém vai conseguir destronar Stephen Curry e Zach La Vine nos triplos e afundanços; e se Kobe retira-se dos All Star Games como MVP.

Recordamos ainda momentos marcantes de All Stars passados, inventamos novos eventos para All Stars futuros e revelamos o motivo que levou Charles Barkley a atirar um fã pela janela de um bar:

5.2.16

MVP #019 - O Little Branches é que é o MVP



No episódio desta semana do podcast MVP tivemos o prazer de receber o humorista António Raminhos, aka Anthony Little Branches from the University of Masssachuchusssssets. Um episódio onde, como podem imaginar, abundou a parvoíce e a palhaçada.

Desde soluções para o "tanking" e para o "hack" às questões capilares de Jeremy Lin, passando pelos problemas amorosos do James Harden, os sons que fazem os joelhos do Derrick Rose, Jorge Jesus e Gregg Popovich, cheerleaders desnudas, basquetebol de burka e basquetebol do Inatel, tivemos de tudo neste episódio:


3.2.16

All(egro) Star Saturday Night


Onde é que estão a pensar ver os concursos do All Star? Em casa? No computador, em pequenino? Na televisão? Temos uma ideia melhor: ver a All Star Saturday Night numa sala de cinema, em ecrã gigante e na companhia de dezenas de outros fãs.


Numa parceria entre o Centro Comercial Alegro, o SeteVinteCinco e o MVP, vamos fazer uma Noite All Star no Cinema City do Alegro de Alfragide, na madrugada de Sábado para Domingo (de 13 para 14).

Para além da transmissão dos concursos em ecrã gigante, vamos ter também, antes da transmissão, um debate (com a presença de comentadores da Sport TV e do jogador do Galitos e internacional canadiano Jordan Baker), onde vamos fazer uma antevisão do evento e conversar um pouco sobre a NBA (com perguntas e respostas e participação do público).

E quanto é que custa a entrada para esta sessão tão especial? Nada. A entrada é gratuita, é só reservarem os bilhetes aqui e levantá-los no próprio dia, no balcão de informações, a partir das 20h.

E então, vão ficar em casa ou vêm viver as emoções do All Star connosco?

29.1.16

MVP #018 - O mundo nas mãos de Boban


No episódio desta semana do MVP, discutimos os dois grandes acontecimentos da semana: a surra dos Warriors aos Spurs e o despedimento de David Blatt.

Fazemos ainda as nossas escolhas para os suplentes do All Star (eu discordo com três dos que foram anunciados), respondemos a três perguntas dos ouvintes e vestimos a pele de dois jogadores que andaram nas bocas do mundo por estes dias:

22.1.16

MVP #017 - Escusas de agradecer, Krzyzewski!


LeBron James, um jogador irrelevante? Stephen Curry, o quarto melhor base de sempre? Há gente no Bleacher Report e na ESPN que deve andar a meter-se nos copos. Felizmente, metemos ordem nas coisas no episódio desta semana do podcast MVP.



Com a ajuda do Miguel Minhava, ainda ajudamos o Mike Krzyzewski a escolher os 12 jogadores para os Jogos Olímpicos e revelamos em exclusivo mundial o destino de Pau Gasol na próxima free agency:


17.1.16

Grande Ben


Imaginem um poste com 2,02m, sem técnica individual, sem movimentos ofensivos, incapaz de jogar de costas para o cesto e com um mau lançamento. Não lhe augurariam grande sucesso na NBA, pois não? Foi o que os olheiros e general managers da liga também não auguraram a Ben Wallace. 

Após uma carreira universitária longe dos holofotes na divisão II da NCAA, Wallace, previsivelmente, não foi seleccionado no draft de 1996. Acabou por conquistar um lugar no fundo do banco dos (então) Washington Bullets e foi por lá que passou a sua época de rookie (foi utilizado apenas em 34 jogos e uma média de 5 mins/jogo nesse ano).
No seu segundo ano, aproveitou a oportunidade que algumas lesões na equipa lhe deram e jogou um pouco mais (16.3 mins/jogo), mas continuou a ser apenas mais um role player da liga a tentar conquistar o seu nicho.

Em 1999, seguindo um caminho familiar a tantos outros role players, foi um dos jogadores incluído numa troca com os Magic por Ike Austin (um poste que os Wizards acreditavam ter muito mais potencial e pelo qual deram Ben Wallace e mais três jogadores).
Nessa época de 1999-2000, tornou-se o poste titular dos Magic e teve o ano mais produtivo da carreira até ali: 4.8 pts, 8.2 res e 1.6 dl, em 24 mins/jogo.

Mas em 2000 continuou a sua vida de saltimbanco, foi incluído no sign and trade de Grant Hill (Wallace foi incluído no negócio para os Magic libertarem espaço salarial e poderem oferecer um contrato maior a Hill) e enviado para os Pistons. E foi aí, em Detroit, que começou a lenda de Big Ben.

Nos anos seguintes, Ben Wallace tornou-se o pilar da melhor defesa da liga e a maior estrela da NBA desse lado do campo (e um dos melhores de sempre desse lado do campo). Em 2001-02 liderou a liga em ressaltos E desarmes de lançamento (13 e 3.5, respectivamente); em cinco anos ganhou 4 vezes o prémio de Defensor do Ano (só ele e Dikembe Mutombo ganharam o prémio tantas vezes); e foi quatro vezes All Star sem nunca ter marcado mais de 10 pts por jogo. Para além, claro, de campeão em 2004, naquelas memoráveis Finais onde os Pistons surpreenderam os mais-que-favoritos-Lakers e os 2,02m (generosamente listados como 2,06m) de Wallace fizeram o impossível na defesa a Shaquille O'Neal.


Nunca houve outro jogador como Ben Wallace, que alcançou o estrelato como poste da NBA apesar de ser muito baixo para a posição, não ter quase nenhuma técnica individual ofensiva e não saber lançar. Big Ben era todo garra e coração. Um exemplo de como o trabalho, o esforço e a determinação podem levar alguém longe.
E agora, desde ontem à noite, todo esse trabalho, esforço e determinação estão imortalizados no topo do Palace of Auburn Hills. A lenda do Grande Ben vive para sempre:



15.1.16

MVP #016 - O botão vermelho e o gato branco



Quem é o culpado (ou culpados) dos Nets estarem na bosta? E como vão sair dessa bosta? Será altura dos Pelicans rebentarem com tudo e reconstruírem? Os Bulls valem mais do que isto? E os Grizzlies? E será que as duas personagens que encarnamos no "Se Eu Fosse" aceitam o lugar de treinador dos Nets?
Tudo questões que eu e o Ricardo tentamos responder no episódio desta semana do podcast MVP: